Esporte

PROMESSA É DÍVIDA

Papão promete quitação de salário atrasado e vitória contra o Treze-PB

É o que busca o Papão com a promessa de quitação de salário atrasado para essa semana. No gramado, time só pensa na vitória contra o Treze, em jogo que será transmitido pela RBATV

terça-feira, 20/10/2020, 10:26 - Atualizado em 20/10/2020, 10:25 - Autor: Tylon Maués/ Diário do Pará


| Divulgação/ Ascom PSC

No próximo sábado, o Papão vai a Campina Grande (PB) encarar o Treze-PB, em jogo válido pela 12ª rodada da Série D. A partida será às 17h, no estádio Amigão, e terá transmissão ao vivo em TV aberta pela RBATV. A busca por recuperação no Paysandu passa por dentro e fora de campo. Enquanto ontem o elenco iniciou a semana de preparação para o jogo fora de casa objetivando sair da antepenúltima colocação, nos bastidores a diretoria se prepara para quitar o mês atrasado na folha do elenco. Segundo o presidente Ricardo Gluck Paul, nessa semana ainda esse problema será solucionado.

“Não são dois meses de atraso salarial e sim vinte dias, que é a média da maioria dos clubes do Brasil. Isso deve ser resolvido essa semana com os recursos do Projeto Banpará. Com essa quantia vamos quitar os salários e normalizar as coisas”, explicou o dirigente, que também defendeu o elenco de qualquer suspeita de queda de rendimento por causa dos atrasos. “Esse assunto nunca passou pelas nossas cabeças”.

Gluck Paul falou sobre a possibilidade de contratações após a declaração do treinador no domingo à noite de que espera por mais reforços. O presidente afirmou que o assunto reforços não é tocado publicamente pela diretoria até que qualquer negociação esteja concretizada, sob o risco de ter as transações atravessadas.

“É o único ponto que não comento”, disse Gluck Paul. “A partir do momento que a gente fala que está atrás de um jogador para certa posição as negociações já ficam mais difíceis. O mercado está muito movimentado e difícil. O clube tem uma política de só anunciar quando o jogador está em Belém e com contrato assinado, então vai continuar desse jeito”, completou.

Sobre as dificuldades encontradas dentro de campo, o presidente admitiu que a procura é por melhora e que a pressão tem sido desde o começo do campeonato, quando o time teve um começo ruim e vem sentindo os reflexos disso até hoje. “Estamos procurando soluções. Nós nos cobramos e não estamos satisfeitos também. Os problemas não são recentes, nos acompanham desde o início da Série C, com muitos pontos perdidos nos primeiros jogos. Não construímos no início da competição a campanha que foi planejada”. Nesse ano, o Paysandu já soma dez pontos perdidos como mandante.

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